CIRURGIA DO RONCO
É uma cirurgia indicada para os casos moderados e severos de ronco e apnéia do sono, caracterizada por paradas consecutivas da respiração.
A cirurgia tem como objetivo corrigir o problema da voz que é formada na laringe, ou pregas vocais. A cirurgia também é indicada para a retirada de nódulos ( calos) nas cordas vocais, ou outras lesões com uso de microscópio e endoscópio.
A microcirurgia da Laringe é indicada para remoção de pólipos, nódulos, cistos, hemangiomas, papilomas, tumores malignos menores, biópsias e outras lesões de pregas vocais ou da laringe como um todo,e para correção de sua função de respiração, fonação e/ou deglutição, podendo ser injetados ou aplicados medicamentos, tecidos ou materiais, orgânicos ou não, em áreas da laringe, visando melhor função.
A
mígdalas e Adenóide (Adenoamigdalectomia) Essas cirurgias são recomendadas quando há quadros de infecção de repetição pelo menos cinco vezes no ano ou três vezes em anos seguidos apesar do tratamento com antibióticos; ou ainda quando há a dificuldade para respirar pelo nariz devido ao aumento da adenóide.
É a cirurgia indicada para colocar tubo de ventilação permitindo o equilíbrio das pressões interna e externa da orelha, permitindo uma melhora na audição. Geralmente essa cirurgia acontece em crianças que apresentam freqüentemente casos de otites médias e também em crianças com Otite média secretora. O acúmulo de líquido no ouvido médio das crianças é um problema comum e freqüentemente resulta de uma disfunção na tuba auditiva. A tuba auditiva conecta a nasofaringe (atrás do nariz) com o ouvido médio, permitindo que o ouvido funcione normalmente.
Após a cirurgia, é importante que não haja mergulho da cabeça dentro d'água, pois poderá ocorrer infecção do ouvido. Se ocorrer drenagem de secreção do ouvido, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
A cirurgia é indicada para o tratamento de doenças como Colesteatoma, provocado pela má ventilação pela tuba auditiva durante a infância.
A timpanoplastia é a cirurgia realizada para corrigir uma perfuração timpânica através do uso de um enxerto.Quando existe uma interrupção da cadeia ossicular, faz-se esta correção usando também cartilagem, osso ou material sintético, no mesmo tempo cirúrgico ou em segundo tempo. Procura-se assim tratar o problema crônico e o déficit auditivo.

Quando há colesteatoma (neoplasia epitelial benigna de característica destrutiva), a cirurgia é mais extensa. Assim, em determinados casos realiza-se a masteidectomia radical, com a derrubada de parede posterior do conduto auditivo externo e o alargamento do conduto.Nestes casos, durante meses ou anos, existirá ainda secreção no ouvido, necessitando curativos e cauterizações e, mais raramente, outras cirurgias.
Trata-se de uma cirurgia exploradora, ou seja, é impossível se prever exatamente quais alterações serão encontradas no ouvido.Portanto, muitas decisões podem e devem ser tomadas durante a cirurgia, sem que seja possível solicitar o consentimento específico para proceder aos tratamentos necessários, como retirada de estrutura, colheita de material e enxertias e interposição de próteses para reconstrução da cadeia ossicular, o que pode impedir que o resultado final seja o esperado e desejado.
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